DANI RIBAS, DIRECTOR OF DATA SIM, PARTICIPATES AT THE TABLE AT IMESUR

In 2019 DATA SIM published the survey “ Women in the Music Industry in Brazil: Obstacles, Opportunities and Perspectives ”, the first data survey done in our country on female participation in music job market. The results were presented in December last year during the edition of SIM São Paulo 2019, and are available free of charge to download .

This survey was adapted for Chile, where it was carried out through a partnership between DATA SIM, ROMMDA (Red de Organizaciones en la Música: Mujeres y Disidencias Asociades) and the IMESUR , a meeting of the music industry held in Chile, at a table with the participation of Valentina Bravo (TRAMUS - Chile), Noela Salas (Satellite LAT - Chile) and the director of DATA SIM, Dani Ribas.

Dani Ribas diz que essas pesquisas, que seguem o mesmo padrão mercadológico, são importantes por formar um panorama da participação feminina no mercado de trabalho da música na América Latina. A pesquisa sofreu algumas adaptações para ser aplicada no Chile: “Foi feita uma pesquisa nos Estados Unidos pela Berklee College of Music and the WIM, nós adaptamos e tornamos as metodologias compatíveis e agora a do Chile é a mesma que aplicamos, mas com algumas adaptações para o contexto chileno. Por exemplo, lá eles tiveram um processo de levante social em outubro, então foi necessário perguntar como era toda a questão dos empregos e dos trabalhos, antes e depois do levante. A mesma coisa em relação à Covid, aqui no Brasil a gente ainda não tinha esse contexto e lá no Chile agora tem. Esse tipo de coisa foi adaptada, mas temos três pesquisas com metodologia muito parecida”.

Em uma comparação entre os resultados da pesquisa brasileira e chilena, Dani Ribas chama a atenção para o fato de que nas duas pesquisas cada mulher tem pelo menos três trabalhos diferentes, uma jornada informal e mal remunerada.  “No Brasil 60% das mulheres diz que a renda principal é a música enquanto que no Chile 51%.  No Brasil tivemos 612 respostas válidas (42% em relação ao total de respostas obtidas) e no Chile, 559 (77%), o que mostra que elas são super engajadas. Por exemplo, no Chile, 53% participam de coletivos feministas, enquanto que no Brasil, apenas 23%. Lá a questão da comunidade LGBT é muito forte, 42% das entrevistadas afirmaram que se sentem parte dessa comunidade, aqui mal tivemos respostas. Por outro lado, aqui são quase 30% de não brancas, incluindo aí negras, pardas indígenas e amarelas, com predomínio de negras”.

Dani reinforces the importance of these surveys because only in this way is it possible to demonstrate with numbers what is always said, and concludes: ”I strongly believe that the issue of female participation in the music labor market is not just a matter for women. If we fight for a fairer market, that pays better, that looks at small and independent artists, if we all fight for a more egalitarian, more equal market, this fight is not just for women, it should be for everyone in the music industry music and so we hope with these numbers to bring people to this fight together with women ”.

IMESUR runs until September 27 and is one of the most important in Latin America. This year, the edition will be completely digital and free and will take place between the 21st and 27th of September. The program includes the debate “Culture and the periphery of Brazil”, which takes place on Wednesday with the participation of the sociologist and former Minister of Culture of the Lula and Dilma Roussef governments, Juca Ferreira.

 

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