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GUI VENTURA TRAZ O DIÁLOGO SUTIL DA MPB COM O R&B AO PITCH DE NOVOS ARTISTAS

Nascido em Santa Luzia, Minas Gerais, Guilherme Ventura estudou música na Universidade de Música Popular Bituca e atualmente está se graduando em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais. Embora atue desde 2007 como músico, foi só em 2015 que deu início à sua carreira solo, um ano bastante decisivo para sua carreira. “Naquele ano me inscrevi em três festivais de canção e fui premiado nos três, esse ponto de partida foi importante, tendo em vista que foi uma espécie de afirmação da potência do meu trabalho”, diz Guilherme, que em 2017 lançou seu primeiro trabalho, Dois Lados, definido por ele como uma MPB percussiva e swingada, que navega entre o sagrado e o profano. “Com este trabalho me apresentei em diversos palcos do Brasil, Estados Unidos e Portugal, além da participação em residências artísticas na França e Senegal.”, conta.

Guilherme, que além de músico, cantor e compositor também é artista plástico e produtor cultural, foi integrante por cinco anos do Coletivo IMuNe- Instante da Música Negra. “Durante este período realizamos, diversas Mostras, residências artísticas e Festivais de Música que receberam e contemplaram mais de 100 artistas do Brasil inteiro, dentre eles Elza Soares, Djonga e Luejdi”, explica.

No segundo semestre de 2021 Guilherme deu início ao lançamento de seu segundo álbum, Alguma Coisa sobre o amor. “Até então já foram lançados o single e clipe de Bom dia, os singles Quer e Cores Amor e Aroma. Este trabalho já tem ganhando destaque na cena da música brasileira, sendo premiado em Primeiro lugar no Festival Todos os Sons da UN Music (MG) com a canção Pra Vc Ñ Se Esquecer, fui selecionado pela curadoria do TUM Sound Festival (SC) para a realização de um showcase e pela curadoria do Memorial Minas Vale (MG) e do SESC Palladium (MG) para a realização de shows. E agora a feliz seleção para o Pitch da SIM SP”, conta o artista, que comenta a participação: “Eu tinha acabado de descer do palco da TUM Sound Festival, estava feliz com a troca que rolou no show e assim que abro o Instagram recebo a incrível notícia da seleção. Fiquei emocionado, afinal tenho trabalhado de maneira exaustiva para abrir caminho pro meu trabalho, e notícias como essas são como um combustível para seguir, focado, com disciplina e continuar acreditando. Sempre quis participar do Pitch da SIM SP, e hora chegou”.

Quando perguntado sobre sua apresentação, Gui Ventura é direto: “Este meu novo trabalho Alguma Coisa sobre o amor tem algo muito potente no cerne dele que é a ‘simplicidade’, e ver que essa simplicidade tem chegado no ouvido das pessoas já é motivo de celebração. E assim tenho feito, celebrado cada passinho. Ainda estou desenhando minha apresentação, mas quero mostrar não apenas a essência do novo trabalho, mas também minha versatilidade estética, minha múltipla brasilidade musical”. E conclui falando um pouco mais de seu álbum: “O Alguma Coisa sobre o amor tem como fio condutor a temática do amor, com um enfoque na afetividade preta, uma humilde pretensão de ser colo e acalanto, a construção de novos imaginários, uma combate ao estigma que existe sobre corpos pretos como objetos para o trabalho e para o sexo, um reafirmação destes corpos pretos no exercício do amor, da ternura, amando e sendo amando com integridade”.

Boa sorte ao Gui Ventura!

Ouça aqui mais músicas de Gui Ventura:

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