Diversidade é a palavra-chave quando apresentamos o casting da Let’s GIG – Booking & Music Services e é essa mostra que teremos neste encontro. Sempre conectada com os novos lançamentos e tendências da cena contemporânea, a agência hoje é referência dentro da cena Midstream, se consolidando tanto no agenciamento nacional quanto internacional, além de forte atuação na gestão de carreiras, merchandising, produção de eventos, cursos e agora lança seu próprio selo musical. Criada em 2016, já foi indicada ao Prêmio SIM pelo seu trabalho de Internacionalização da carreira da banda Liniker e os Caramelows e foi duas vezes eleita melhor Escritório de Agenciamento de Artistas no Prêmio Profissionais da Música – PPM (2018/19). Venha se conectar e entender o diferencial do trabalho da Let’s GIG.

Shows: Amanda Magalhães, Luedji Luna, Giovani Cidreira, Kunumi MC, Caramelows, Selma Uamusse, Conan Osiris, Vox Sambou, Afrotronix, ATR, Tuyo, Luê, Davi Sabbag, Mel, Eddu Porto e Pedro Salomão.

 

AFROTRONIX (Canadá)
AfrotroniX mescla música eletrônica com ritmos africanos e também o blues elétrico Touareg. Suas apresentações ao vivo são verdadeiras criações inéditas mixadas pelo DJ  com o uso de instrumentos, além de performances de dança urbana africana e  arte digital. O projeto AfrotroniX surgiu no festival AFROPUNK em Paris e é uma criação do já conhecido guitarrista do Chade Caleb Rimtobaye, que trabalhou com artistas como Mbongwana Star e Brian Kennedy (Rihanna, Chris Brown), e foi premiado como melhor DJ africano no All African Music Awards (2018) e como artista negro no Gala Dynasties (2019).

 

AMANDA MAGALHÃES
A cantora, compositora, pianista e produtora musical Amanda Magalhães se destaca também como atriz na série de sucesso internacional 3% da Netflix. Em setembro a artista lançou Fragma, seu álbum de estreia, que traz influências do R&B, Soul Music, Pop e da música contemporânea brasileira em composições próprias, com participações especiais de Seu Jorge e Liniker. O trabalho parte da premissa de resgate da música soul negra no Brasil, unindo as influências norte-americanas ao suingue dos ritmos nacionais.

 

ATR
ATR é um projeto de música instrumental que mescla dançantes vertentes do rock e da música eletrônica, como house music e synthwave. Com 12 anos de carreira, 4 álbuns, 7 videoclipes e 2 DVDs, além de uma intensa circulação por todas as regiões do Brasil, e passagens pela América Latina e Europa. Após essa trajetória, ATR mergulha em sua fase mais enérgica e eletrônica com o EP MOOD, e apresenta um show dançante em trio, com os instrumentos tradicionais somados a 3 sintetizadores, samplers e bateria eletrônica. Em agosto de 2020, o grupo lançou Mundi, seu primeiro álbum com vocais e participações de várias regiões do mundo, como Carolina Camacho (República Dominicana), Billy Pilgrim (EUA), Vox Sambou (Haiti/Canadá), Michu Mendez (Argentina) e os brasileiros Luedji Luna e Donatinho. Esse trabalho conta com apoio do programa Natura Musical.

 

CARAMELOWS
Os Caramelows são uma banda paulista, com o pé na estrada desde 2016, que mistura funk setentista, MPB, Soul, Jazz e Psicodelia e conecta tudo com a World Music contemporânea e dançante. Ficou conhecida pelo público e crítica ao rodar o Brasil e girar o mundo ao lado da cantora e compositora Liniker Barros (no projeto Liniker e os Caramelows) tocando os premiados discos “Remonta” (2016) e “Goela Abaixo” (2019). Já subiu em importantes palcos do mundo e em grandes festivais como o WOMAD, Lollapalooza Brasil, WOMEX, Rock in Rio, SXSW, Reeperbahn e muitos outros, além de programas e web shows (Tiny Desk, Furious Sessions) bem como casas de shows por todo o lado, muitas vezes dividindo o palco com artistas tão diversos quanto Elza Soares, Criolo, Mulatu Astatke, Cory Henry and The Funk Apostles, Ziggy Marley, Metá Metá e muitos outros.

 

CONAN OSIRIS (Portugal)
Tiago Miranda a.k.a. Conan Osiris, nome artístico que une Miyazaki ao deus egípcio, é um destacado cantor, compositor e produtor musical português contemporâneo.
Esteticamente, o artista traz uma mescla singular entre o fado, pop psicodélico, passando por referências africanas e ciganas com a presença marcante do eletropop. Com 3 álbuns lançados, Silk (2014), Música Normal (2016) e Adoro Bolos (2017), suas letras flertam com o nonsense enquanto retratam o cotidiano em apresentações excêntricas e performáticas. Em 2019 foi vencedor do Festival da Canção, maior competição musical da Europa, além de duas nomeações para o Globo de Ouro.

 

DAVI SABBAG
Após 7 anos de sucesso à frente da famosa Banda Uó, o cantor Davi dá início à sua carreira solo. Com uma linguagem diferente do trabalho do grupo, em Ritual (2019), seu primeiro álbum, o artista mostra um universo pop, com influências da música brasileira, do reggae e do R’n’B, em canções autorais que perpassam de forma leve por temas como amor, desejo, falta e espiritualidade. No último mês de setembro Davi fez também seu primeiro show totalmente virtual dentro do jogo AVAKIN, atingindo em três dias mais de 750 mil pessoas e mais de 400 mil usuários únicos.

 

EDDU PORTO
Baterista da banda ATR, Eduardo Porto dá voz a processos internos e é responsável pela produção musical de sua carreira como cantor, compositor e multi-instrumentista sob o nome de Eddu Porto. Nesse percurso, o artista reúne ideias e sentimentos guardados na última década somados a sua bagagem de experiências sonoras adquiridas como músico e também como produtor e lança ‘Estamos vivos’. Seu single de estreia evidencia a mescla entre o analógico e o digital de sua obra, há desdobramentos da MPB e referências da música eletrônica. A faixa tem masterização de Martin Scian.

 

GIOVANI CIDREIRA
Neste show, o cantor apresenta faixas de seus novos trabalhos como o EP Mano*Mago produzido em parceria com Mahal Pita (ex BaianaSystem) e Benke Ferraz (Boogarins) e também canções de Estreite, disco feito em parceria com a cantora e compositora Josyara, além de revisitar clássicos de Mix$taKe (2019) e de seu álbum de estreia Japanese Food (2017), com o qual obteve reconhecimento de crítica e público. Liberdade, autoconhecimento, fé, amor, mas também a solidão do homem negro, as desigualdades e o preconceito permeiam a apresentação. O resultado é um espetáculo de clima intimista, porém visceral, com músicas que vão da melancolia cancioneira à pulsante sonoridade eletrônica do seu repertório, abarcando a polaridade de sentimentos aos quais estamos imersos nesses tempos de isolamento e caos político.

 

KUNUMÍ MC
Com dois trabalhos lançados, o EP de estreia, My Blood is Red (2017) e o álbum Todo Dia É Dia de Índio (2018), gravou a música Demarcação Já – Terra Ar Mar em parceria com Criolo, além de músico, Kunumí MC também é escritor. Morador da aldeia Krukutu, na região de Parelheiros, zona sul de São Paulo, o artista da etnia Guarani encontrou no rap um meio de expressão de sua ancestralidade e luta pela demarcação das terras indígenas, pela preservação da natureza, além de outra concepção de espiritualidade. Em 2020 lançou dois singles com seus respectivos clipes, o futurismo indígena é presente em Xondaro Ka’aguy Reguáenquanto ‘Moradia de Deus’ traz questões sobre a nossa interligação com o todo.

 

LUÊ
Luê dá início a uma nova fase em sua carreira, após circular por importantes espaços com seus dois discos, A Fim de Onda (2013) e Ponto de Mira (2017), ambos contemplados com o apoio do programa Natura Musical. Nos últimos trabalhos,Virou os zoinho, que tem a participação Luisa Nascim vocalista do grupo Luisa e os Alquimistas, e Mais gostoso lento, com o artista Sandro e mixagem por Dudu Marote e produção de Mateo, da banda Francisco, el hombre, a cantora traz novas influências ao conectar o Dub e o Reggae à música latina e eletrônica, mas ainda com a presença da rabeca e sons da região Norte do Brasil que marcaram o início de sua trajetória. Essa faixa teve dois remixes, uma pelo duo XAXIM e outra por STRR. Recentemente, a artista também participou de Onze, disco em homenagem a Adoniran Barbosa, e lançou o projeto paralelo BABY, também com Mateo.

 

LUEDJI LUNA
Com uma mistura de sonoridades que vão do Jazz ao batuque baiano, a cantora e compositora Luedji Luna lançou seu primeiro disco Um Corpo no Mundo em 2017. Premiada, a artista foi selecionada para o Festival Summerstage, Montreal Jazz Festival e SIM São Paulo, além de circular por todo Brasil. Em 2018, com o lançamento do EP Mundo, projeto de releitura do DJ Nyack de 5 canções do álbum de estreia, com participações especiais de artistas da cena do rap nacional como Tássia Reis, Rincon Sapiência, Djonga, Zudizilla e Stephane MC, foi selecionada para o festival norte-americano SXSW (2019). Em 2020, Luedji Luna lança o seu tão aguardado segundo disco intitulado Bom mesmo é estar debaixo d’água. Fluido, o trabalho traz 12 canções que dialogam entre si e que apresentam múltiplas vozes pretas e femininas que falam sobre afetividade e subjetividade, como as escritoras Conceição Evaristo, Cidinha da Silva, Tatiana Nascimento e Dejanira Rainha Santos Melo e Marissol Mwaba. O álbum visual é dirigido pela diretora Joyce Prado; a produção musical é assinada pelo guitarrista queniano Kato Change.

 

MEL
Depois de explorar os ritmos brasileiros presentes no som da pop e brega Banda Uó, agora a ex-vocalista do grupo, lança sua carreira solo com o clipe do single ‘A partir de hoje’. Com melodia que transita entre a música pop brasileira e também ritmos latinos, a faixa fala sobre renascimento e tem produção de Felipe Cordeiro, Nelson D, Leo D e Patrick Torquato. Na produção, os artistas exploram elementos do Zouk Love, batida da Guiana Francesa, que faz referência aos violões flamencos; também foram utilizados recursos orquestrais. O clipe tem direção de Alexandre Mortágua.

 

PEDRO SALOMÃO
Multilingue, Pedro Salomão é destaque no cenário atual da MPB/Folk com músicas que misturam poesia, liberdade e amor de maneira autêntica. Com um número expressivo de seguidores, hoje o poeta e cantor tem mais de um milhão de pessoas acompanhando seu trabalho diariamente em suas redes sociais. Entre suas músicas mais populares estão “Leoa”, “Cafuné” e “Só você é você”. Depois do sucesso na internet, Pedro estreou nos palcos em 2018 com grande receptividade do público, lançou o clipe de ”Padaria” com a participação da cantora Tiê e produção de André Whoong, além de seu primeiro livro de poemas “Eu tenho sérios poemas mentais”. Agora em 2020,  seu segundo livro “Se você me entende, por favor me explica” já está nas listas dos mais vendidos no segmento e lançou em novembro faixa com participação da cantora Roberta Campos.

 

SELMA UAMUSSE (África/Portugal)
Vivendo em Lisboa, mas natural de Maputo, a cantora Selma Uamusse apresenta uma sonoridade que transita entre o jazz, o soul e o rock com uma presença musical marcante da rítmica moçambicana. Em seu primeiro álbum Mati, produzido por Jori Collignon do Skip & Die, a artista traz ritmos tradicionais africanos atrelados a uma produção eletrônica carregada de psicodelismo, em que o ponto de chegada é o continente africano.
Flexível, a artista já fez tributos a Billie Holiday e Nina Simone, além de integrar formações de diversos estilos musicais, como a Wraygunn, indo do afrobeat ao blues.

 

TUYO
O trio curitibano Tuyo une organicidade e texturas eletrônicas com temáticas existenciais. Seu EP de estreia Pra doer, lançado em 2017, apresenta o estilo contemplativo do grupo. Em 2018, o álbum Pra Curar sedimenta a identidade do projeto, trazendo uma proposta vocal audaciosa, letras sensíveis e beats complexos. Agora em 2020, a banda produz seu segundo disco com lançamento previsto para 2021. Com uma estética que passa pelo folk e vai desde o lo-fi hip hop ao synth pop, o trio cria um som potente, capaz de despertar a vulnerabilidade com leveza e arrebatar fãs por onde passa.

 

VOX SAMBOU (Haiti/Canadá)
Considerado o “embaixador do hip hop haitiano” e de “a eterna voz do Haiti”, Vox Sambou é um letrista habilidoso e perspicaz que atualmente circula com seu quarto trabalho o EP Eritaj com a participação do músico Rael, que também contribuiu com The Brasil Session (2016). Com letras em criolo, francês, inglês, espanhol e português, o artista envolve o público com melodias contagiantes em faixas sobre unidade, solidariedade e o legado dos seus ancestrais. Musicalmente, faz uma mistura de hip hop com afrobeat, grooves latinos e batidas de reggae, além de buscar elementos de gêneros do Haiti.


Data

dez 04

Hora

14:00 - 16:00

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