Experiências de políticas públicas ao redor do mundo para o mercado da música e outras indústrias criativas. A diferença entre política de estado, que estrutura o setor das artes de forma contínua e o mantém protegido durante grandes crises, e políticas emergenciais, que visam apenas o enfrentamento imediato de uma crise específica, sem se pensar no dia de amanhã. Por que é tão difícil para o meio musical se organizar em classes que lutem por políticas públicas contínuas para desenvolver estruturas sólidas de trabalho no mercado? Exemplos de países que se organizam com ações de longo prazo de incentivo e proteção às artes e qual o retorno que eles obtém. O que um país como o Brasil perde quando não trata a cultura como uma das maiores e mais poderosas indústrias do país, como agente de construção de identidade, promoção de imagem positiva no exterior e ferramenta de transformação social? Como alguns países estão se preparando para enfrentar o período pós-pandemia e planejando a reconstrução da economia da cultura e da economia criativa?

 

Com: Louis Hallonet (Centre National de la Musique/ França), Paula Rivera (INAMU/ Argentina), Glenn Dickie (Global Match/ Australia), Jup do Bairro (Artista / SP), Ricardo Rosa (FUNCEB/BA). Mediação: Karen Cunha (Consultora/ SP).


Data

dez 01

Hora

20:00 - 22:00

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