Por que projetos com recortes específicos e de pautas identitárias ainda encontram muita dificuldade para conseguir financiamento para acontecer, ao mesmo tempo que o mercado se apropria de seus discursos e argumentos para ganhar força de engajamento com o público consumidor? Por que mantemos o mesmo sistema de privilégios ao homem branco de classe média e alta mesmo quando falamos de lutas contra a opressão de grupos marginalizados? Como deixar de gerar lucro apenas em favor da manutenção desses privilégios e como a música está se posicionando quanto a isso?

 

Palestrantes: Flip Couto (Coletivo Amem, Parada Preta/SP), Bixarte (Artista, Parada Preta/PB)Rico Dalasam (Artista/SP). Mediação: Junior Carvalho (Grupo Vegas, CASA 1/SP).


Data

nov 16

Hora

20:00 - 22:00

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