Quando os shows ao vivo pararam, as lives explodiram. Primeiro com a intenção de confortar quem estava em isolamento ou distanciamento social, uma troca entre artistas e público para superar este momento. Depois, como um novo caminho e produto – que pode ser monetizado. Quais os modelos de cobrança de direitos autorais das lives ao redor do mundo? Deve-se manter as mesmas regras de arrecadação de apresentações ao vivo ou de sincronização em produtos audiovisuais. Qual a diferença de pagamento e arrecadação quando o produto muda de plataforma, como por exemplo filmes e novelas migrando da TV para as plataformas de streaming?

Palestrantes: Roberta Campos (Artista/SP), Eliane Dias (Boogie Naipe/SP), David McLaughlin (Brasil Calling/ BR), Karl Richter (Level Two Music e DISCO/ Austrália), Bernie Cho (DFSB, Coréia do Sul), Nis Bogvad (Copenhagen Film Music/ Dinamarca), Joel C. High (Guild of Music Supervisors/ USA). Mediação: Myla Hardie (Worldhaus/ USA).


Data

nov 18

Hora

20:00 - 22:00

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