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SAIBA TUDO SOBRE A FESTA DE ABERTURA DA SIM SÃO PAULO E QUAL SERÁ O SHOW ESPECIAL

A festa de abertura da SIM São Paulo é um dos momentos mais esperados entre os seus credenciados. Local de encontro dos profissionais do mercado da música que muitas vezes estabelecem um primeiro contato, descobrem novas oportunidades e se divertem ao som de uma boa música e assistindo a um show inesquecível.

E nesse ano a tradição será mantida, mas com os cuidados necessários e seguindo os protocolos sanitários para que a festa seja completa e segura.

Confirmada para a quarta-feira, 1º de dezembro, a festa começa às 20h e vai até a meia-noite no Blue Note, e apenas 300 pessoas estarão presentes.

Neste ano não existe mais o ingresso com direito à festa, mas a boa notícia é que os primeiros 200 que comprarem a Pro-Badge terão a entrada garantida, desde que apresentem um comprovante de vacinação na entrada do evento.

E, para tornar a noite ainda mais especial, o evento terá um show que marca a estreia do projeto De Repente, que reúne Rhaissa Bittar, Luiza Fittipaldi, MC Dellacroix, Du Gomide, Raíssa Fayet,e Guilherme Kastrup, sendo os três últimos além de artistas também assinam a direção musical do espetáculo.

Ousado, o De Repente foi concebido como um projeto híbrido, em que o processo imersivo da criação de três músicas também irá render um documentário, dirigido pela diretora de audiovisual curitibana Carol Bassani. Mas uma das maiores virtudes da proposta está na reflexão trazida pela idealizadora, Ana Portela, que também foi produtora executiva e criou uma metodologia para que o projeto tomasse forma. “O projeto é sobre isso, relembrar a razão essencial do encontro, propondo que a gente encontre com nós mesmos antes de encontrar o público, e que possamos nos  libertar das métricas e trabalhar o processo criativo em cima da verdade, em cima da vida e dos acontecimentos  e que possamos converter toda a natureza dos momentos difíceis que acontecem de repente, assim como os momentos extraordinários. Queremos converter tudo isso em amor, cura, leveza e empatia, colocar isso no som e assim transformar o mundo, porque o nosso papel, a essência da arte, da cultura, da música é a transformação, inclusão é a pluralidade e o De Repente é sobre tudo isso, é sobre ser tudo, ser junto e saber transformar”, explica Ana Portela.

Ao pensar em quem convidaria para o projeto, Ana já sabia que os artistas deveriam ser múltiplos e extraordinários e que fossem instigados com a proposta desse trabalho coletivo. “O desafio do artista era criar, compor e produzir três músicas originais com base na experiência, na atmosfera e seguindo quatro diretrizes básicas:  amor, cura, leveza e empatia”, conta a idealizadora, que criou uma programação baseada em três fatores: voz, som e imagem. Visando estimular as sensações, a percepção e a criatividade, as atividades incluíram passeios silenciosos pela fazenda onde os artistas estavam reunidos para conexão com os sons da natureza, rodas de fogueira e até exercícios de amplificação de voz em uma igreja desativada.

Até mesmo o nome do projeto traz um conceito que fala muito sobre as intenções propostas: “O nome veio pela reflexão sobre tudo o que aconteceu, de um dia para o outro tudo parar, a vida mudar tanto, trazer restrições, de repente fomos privados de circular, de encontrar, de abraçar. E também, assim como essas coisas frágeis e delicadas, as melhores coisas acontecem de repente, então ele vem em cima dessa reflexão de que a vida é uma sequência de repentes a cada dia um repente novo”, diz Ana. Até mesmo alguns encontros acontecem de repente. Ana conheceu Raíssa Bittar na edição 2018 da SIM. Naquele ano ela se apresentou junto ao Sarau As Mina Tudo, que teve entre as convidadas Luisa Fittipaldi que, mesmo antes de lançar nenhum trabalho, já entrou no radar de Ana e hoje faz parte do De Repente.

“Lançar o De repente na noite de abertura da SIM é um presente, porque quando eu concebi o projeto em maio/junho de 2021 eu não tinha a certeza de que a feira aconteceria, mas a SIM é essa grande vitrine, esse grande ponto de encontro, essa  lente de aumento de nós que trabalhamos com a música”, conta Ana, que completa: “Quando finalmente foi anunciado que teria essa edição eu solicitei uma reunião com a Fabiana Batistela (Diretora Geral da SIM São Paulo) e apresentei o projeto. Ela, como sempre sensível e generosa, disse que ele estava em total ressonância com a edição de 2021. Eu já tinha pensado como entregar isso e sabia que o melhor kick start seria um show original, costurando todos esses artistas no palco como se fosse um grande mashup, desenhando o trabalho individual de cada um que, uma vez entregue no palco, todo mundo vai entender porque aquele artista está no projeto. É um enorme prazer contar com a SIM São Paulo para entregar esse projeto para o mundo. É curioso que todos os artistas participantes têm um lugar de fala muito forte, mas na verdade a natureza do projeto é sobre o lugar de escuta, e é isso que a gente vai exercitar cada vez que esse projeto aparecer em uma tela ou em um palco, porque falar transforma, mas ouvir transforma ainda mais, e se isso for uma música e ela trouxer verdade aí não tem como não transformar real. E é isso que o mundo precisa, cura transformação e verdade”.

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